alexandre é um cara inteligente e esforçado. todo mundo estranha porque ele é novo e não segue os padrões biblioteconômicos de ser tanto na personalidade, quanto na forma de dar aula (nunca assisti uma aula dele na fabico, mas acho que o conheço o suficiente para afirmar). acho que deviam existir mais como ele para que o curso se renovasse.
O pessoal reclama da falta de atualização (vide aulas de fichinhas) e, quando chega alguém novo que quer passar coisas que normalmente não são vistas – q que são importantes -, reclamam!!
Não dá pra entender…
Vão fazer hora do conto e fichinha 7,5 cm x 12,5 cm, então.
Não sou antiquada e não prefiro a falta de atualização. Também não duvido que o Alexandre saiba sobre o assunto de suas aulas, mas ninguém discorda quando digo que ele não sabe se expressar.
Saber não é suficiente! Tem que saber transmitir!
Eu acho que o Alexandre é o novo fôlego da biblioteconomia. Obviamente ele não é perfeito, é hiperativo, espera que as pessoas andem no mesmo ritmo que ele. Mas mesmo esse “defeito” é algo favorável para nós alunos.
Mais de uma vez, na verdade várias vezes, mesmo antes de se tornar professor, o Alexandre, com seu discurso e sua visível empolgação com o que há de novo no universo da informação, conseguiu mudar meu ponto de vista e acelerar meus projetos.
O Alexandre é a prova viva de que com interesse e esforço é possível propor mudanças e inovações em nossa profissão.
Quem acha que ele entrou por ser apadrinhado das tias, realmente não conhece o sujeito, ele é tudo o que as tias mais detestam, e se ele conseguiu chegar onde está foi por esforço próprio. Talvez as mais conservadoras lá não se manifestem tanto pq acham que ele vai quebrar a cara com essa empolgação toda. A única coisa que eu espero é que elas estejam enganadas.
E que nós alunos saibamos reconhecer um dos nossos que está lá, e que aproveitemos essa oportunidade para tornar esse curso um pouco menos arcaico.
Ele está lá para sacudir a poeira de nossos jalequinhos e nos tirar de trás do balcão, acho que só pode reclamar dele quem aspira ser um bibliotecário mediocre até a aposentadoria.
Poxa! Faço minhas as palavras do Derbi! O professor Alexandre tem muita disposição e muito fôlego pra tentar acelerar as nossas atividades acadêmicas e profissionais. Adimiro muito a força de vontade dele nesse semestre de estréia dele como docente. Uma turma gigante, em espaços pequenos, sem computadores pra todos e com alunos que não estão no mesmo nível de entendimento e conhecimento das ferramentas da informática…poxa, ele TEVE CORAGEM!
Quanto ao desempenho didático dele, posso dizer de cadeira (pq, sim, fiquem se mordendo, eu tenho uma graduação, e em Letras licenciatura) que é super difícil o início do trabalho docente. Atrapalhar-se no ambiente da sala, com as coisas da sala, com as perguntas dos alunos e com o material da aula é super normal. E vi isso nas colegas de Letras que sempre sonharam em seguir essa profissão. Atrapalhar-se com uma turma como a nossa é barbada. Nem todos tem o mesmo ritmo, ainda mais quando se trata de sistemas de informação como os computadores e a Web. E certamente no próximo semestre ele estará 100% porque saberá reconhecer de longe os problemas no ambiente e as pessoas problemas, inclusive.
Acredito no Alexandre e torço mto pra ele continuar com esse pique.
Professor substituto geralmente é novo e inexperiente, pois pagam muito pouco e para adjunto você já tem que ter mestrado disso, doutorado daquilo. Só temos aquele doutorado fajuto de Comunicação e Informação. Nada na área da Biblioteconomia. Acho que pelo que ganha e pela formação que foi oferecida a ele, até que ele se esforça muito.
10, Novembro 2008 at 10:13 pm
alexandre é um cara inteligente e esforçado. todo mundo estranha porque ele é novo e não segue os padrões biblioteconômicos de ser tanto na personalidade, quanto na forma de dar aula (nunca assisti uma aula dele na fabico, mas acho que o conheço o suficiente para afirmar). acho que deviam existir mais como ele para que o curso se renovasse.
10, Novembro 2008 at 11:28 pm
O pessoal reclama da falta de atualização (vide aulas de fichinhas) e, quando chega alguém novo que quer passar coisas que normalmente não são vistas – q que são importantes -, reclamam!!
Não dá pra entender…
Vão fazer hora do conto e fichinha 7,5 cm x 12,5 cm, então.
11, Novembro 2008 at 6:38 pm
o alexandre foi meu colega! acho que ele (e outros como ele) serão a salvação da biblio!
quem não gosta é porque é antiquado também
11, Novembro 2008 at 9:25 pm
Não sou antiquada e não prefiro a falta de atualização. Também não duvido que o Alexandre saiba sobre o assunto de suas aulas, mas ninguém discorda quando digo que ele não sabe se expressar.
Saber não é suficiente! Tem que saber transmitir!
13, Novembro 2008 at 1:16 am
Eu acho que o Alexandre é o novo fôlego da biblioteconomia. Obviamente ele não é perfeito, é hiperativo, espera que as pessoas andem no mesmo ritmo que ele. Mas mesmo esse “defeito” é algo favorável para nós alunos.
Mais de uma vez, na verdade várias vezes, mesmo antes de se tornar professor, o Alexandre, com seu discurso e sua visível empolgação com o que há de novo no universo da informação, conseguiu mudar meu ponto de vista e acelerar meus projetos.
O Alexandre é a prova viva de que com interesse e esforço é possível propor mudanças e inovações em nossa profissão.
Quem acha que ele entrou por ser apadrinhado das tias, realmente não conhece o sujeito, ele é tudo o que as tias mais detestam, e se ele conseguiu chegar onde está foi por esforço próprio. Talvez as mais conservadoras lá não se manifestem tanto pq acham que ele vai quebrar a cara com essa empolgação toda. A única coisa que eu espero é que elas estejam enganadas.
E que nós alunos saibamos reconhecer um dos nossos que está lá, e que aproveitemos essa oportunidade para tornar esse curso um pouco menos arcaico.
Ele está lá para sacudir a poeira de nossos jalequinhos e nos tirar de trás do balcão, acho que só pode reclamar dele quem aspira ser um bibliotecário mediocre até a aposentadoria.
13, Novembro 2008 at 10:05 pm
Poxa! Faço minhas as palavras do Derbi! O professor Alexandre tem muita disposição e muito fôlego pra tentar acelerar as nossas atividades acadêmicas e profissionais. Adimiro muito a força de vontade dele nesse semestre de estréia dele como docente. Uma turma gigante, em espaços pequenos, sem computadores pra todos e com alunos que não estão no mesmo nível de entendimento e conhecimento das ferramentas da informática…poxa, ele TEVE CORAGEM!
Quanto ao desempenho didático dele, posso dizer de cadeira (pq, sim, fiquem se mordendo, eu tenho uma graduação, e em Letras licenciatura) que é super difícil o início do trabalho docente. Atrapalhar-se no ambiente da sala, com as coisas da sala, com as perguntas dos alunos e com o material da aula é super normal. E vi isso nas colegas de Letras que sempre sonharam em seguir essa profissão. Atrapalhar-se com uma turma como a nossa é barbada. Nem todos tem o mesmo ritmo, ainda mais quando se trata de sistemas de informação como os computadores e a Web. E certamente no próximo semestre ele estará 100% porque saberá reconhecer de longe os problemas no ambiente e as pessoas problemas, inclusive.
Acredito no Alexandre e torço mto pra ele continuar com esse pique.
10, Dezembro 2008 at 6:08 pm
Concordo plenamente com o colega The Derbi…e mais, reforço, é um cara visionário defende a tecnologia sem perder a identidade humana.
20, Agosto 2009 at 5:46 pm
Professor substituto geralmente é novo e inexperiente, pois pagam muito pouco e para adjunto você já tem que ter mestrado disso, doutorado daquilo. Só temos aquele doutorado fajuto de Comunicação e Informação. Nada na área da Biblioteconomia. Acho que pelo que ganha e pela formação que foi oferecida a ele, até que ele se esforça muito.