Eliane M.


Titulação: Especialista

Formação:

Graduação em Letras
Graduação em Biblioteconomia
Especialização em Informática na Educação

11 Respostas to “Eliane M.”

  1. Anônimo Diz:

    Para a pedagogia seria uma boa professora. Ou é para quem ama a hora do conto e acha que a profissão é só isso.

  2. Anônimo Diz:

    A Moro é legal fora da sala de aula, porque dentro as aulas acabam ficando muito chatas pelo excesso “pedagógico”.

  3. Anônimo(a) Diz:

    Suas aulas foram um martírio, pelo menos pra mim: tudo o que fomos obrigados a ler sobre leitura e pedagogia (para apresentar para os outros grupos) batiam de frente com o que a professora podia oferecer.

    Além disso, a voz e o jeito amaternado dela me irritam um pouco.

  4. Anônimo Diz:

    Pois é, a aula parece que está sendo dada para crianças e o discurso dela me soa meio hipócrita.

  5. - Diz:

    Ela não diz que a profissão é só isso e acho errado quem pensa que leitura e hora do conto é só coisa de pedagogo. É uma das essências da nossa profissão! Bibliotecário não é técnico!
    Ela é uma pessoa legal, mto querida embora eu tb não goste mto do jeito “amaternado” dela.

  6. Bilioaluna Diz:

    “Querida”, “legal”??? Tenho lá as minhas dúvidas, aliás, muitas dúvidas, mas deixa pra lá, isso não importa. O que importa é que a aula dela é invariavelmente, como posso dizer sem ofender…ah insuportável! Trata os alunos como criançinhas do maternal , com a quela voz de dar nos nervos. Fala sempre dos mesmos autores e, discorde dela pra ver a tua nota ao final do semestre.
    Sem falar da hora do conto. Acho importantíssimo a hora do conto, é de grande responsabilidade e não são todos que tem o perfil para realizá-la. Entretanto a forma desenvolve a atividade é de chorar no cantinho! Quem deveria orientar os alunos para desenvolver essa atividade é a Martha. Essa sim, é preparada e sabe preparar o aluno para tal.
    E quem discordar de mim que conte outra história.

  7. Crítica construtiva Diz:

    Incentiva-nos a pensar o conteúdo dos livros didáticos: ou são ‘doutrinários’, ou ‘libertadores’. A crítica que faço é que esta é uma forma manipuladora e unilateral de classificar o conteúdo: a ‘libertadora’ também não quer ser ‘dotrinária’?!

    Também sinto um quê de hipocresia no discurso.

  8. Fillipe Diz:

    Me sinto meio que sozinho quando falo da Eliane Moro. Sinto-em como sendo o único na Fabico que gosta dela. Mas, fazer o quê?

    Não vou defendê-la nem nada do gênero, porque as pessoas falham, e as mesmas devem pagar (ou ouvir) pelo que fizeram.

    Como foi dito, ela é uma grande pessoa fora da sala de aula, e uma professora eficiente em sala de aula. Muitos não concordam, ou não aceitam, que o que ela ensina tem SIM muito a ver com a formação do bibliotecário. Não somos meras máquinas de catalogação, classificação e indexação (mesmo nós sendo formados assim e muitos QUEREREM ser assim)… Lidados com o ser-humano, só pra lembrar alguns, e trbalhamos, na maioria dos casos, com a educação e formação educacional dos mesmo, e aqui não falo de crianças e Bibliotecas Escolares, digo na profissão em qualquer de suas (não tão) inúmeras áreas.

    E o que a Moro faz é tentar expor o tema complexo da Pedagogia de uma forma que possa ser aplicada à Biblioteconomia, mas falha, realmente, em alguns momentos. Mas nos momentos de acertos e conteúdos úteis e aplicáveis, os ditos futuros profissionais bibliotecários, estão dispostos a aprender um mínimo que seja, lidar com o ser-humano e sua formação pedagógica e educacional?

    Criticar tom de voz não me soa algo muito profundo…

    De qualquer forma, gosto dela como pessoa, e como professora não a acho tão terrível como pintam. Já vi ela dando deslizes com alunos extremamente anti-éticos, e um pouco ela caiu no meu conceito com isso, mas não deixei de a admirar como professora e pessoa.

  9. Clarissa Diz:

    Fillipe: não és o único que gosta dela…muitas colegas ficam em silêncio em meio à multidão que critica a professora. Por isso, ficam caladas…mas tem muita gente que gosta dela sim…e concorda contigo!

  10. The Derbi Diz:

    Eu nunca tive problemas pessoais com ela, mas sei do que os colegas falam. Fiz apenas uma cadeira com ela, foi a cadeira introdção às ciências da informação.

    Acho que o problema dela é o de “puxar a brasa para o seu assado”. Não questiono a importância de sua linha de trabalho, bibliotecas escolares e formação de leitores, especialmente na infância, são dos mais importantes campos de atuação profissional e são profundamente negligenciados atualmente. Entretanto, fazer a discriminação inversa não resolve o problema. Leitura e inclusão social são importantes em vários outros aspectos e existem muitas formas bem mais eficazes de atacar o problema do que a contação de histórias, que é uma atividade que, convenhamos, não é essencialmente bibliotecária. Essas linhas, como a de desenvolvimento e gestão de programas de incentivo a leitura nas comunidades acaba sendo ofuscada pela contação de histórias nas aulas dela.

    Alguns colegas relatam problemas de relacionamento com a professora, são em número bastante grande para serem ignorados. Não emito minha opinião pessoal sobre isso, pois como disse, só fiz uma cadeira com ela e não entrei em grandes divergências com seu método. Mas acho que deveria ser feita uma análise desses relatos, para identificação desses problemas e formulação de uma crítica consistente, como feedback para a professora.

  11. Bibliotecário Diz:

    Fora da sala de aula parece ser uma boa pessoa. Então abandone a docência e dedique-se ao ensino fundamental. Tenho certeza de que as crianças terão mais prazer eu ouvir a historinha do “gato que pula no sapato” ou “pintinho cabeçudo” do que 30 adultos. Nunca soube de alguém que participava do grupo Hora do Conto que tenha ganho B, C ou D. Também nunca fiquei sabendo de alguém que não era da Hora do Conto ganhar A. Participar de atividades que nada tem a ver com a aula contam mais do que saber a matéria.

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