Ah, eu acho ela uma pessoa muito legal! As aulas são meio chatas, mas ela conta histórias bacanas…
O pior mesmo da cadeira dela é ter que fazer fichinha!! ARGH!
Mas a área dela é bibliotecas públicas, disso ela saca mesmo!!
Mesmo em sistemas manuais, ninguém precisa fazer uma ficha tão perfeita. E cada local tem uma organização própria. Não adianta saber do jeito que ela quer que saiba.
é uma boa pessoa, mas nos dias de hoje a aula dela não faz mais sentido.
eu não cheguei a odiar, porque eu sou meio tradicional e gostei de ver como se faz fichas catalográficas (podia ser a máquina, não a mão, também.. eheheheh). mas acho loucura querer decorar o código.
A Iara é uma pessoa de grande cultura, deve ser excelente conversar com ela fora de aula, se ela não fosse tão arrogante.
Como professora de catalogação é simplesmente péssima. Totalmente desatualizada, mascara a falta de relevância do conteúdo que ensina com cobranças absurdas de normas que deveriam apenas orientar e não ser a finalidade da catalogação. É totalmente irrelevante cobrar dos alunos espaços, margens e pontuações em fichinhas catalográficas. As mudanças geradas pelas diversas ondas da revolução tecnológica tornaram sua disciplina obsoleta, praticamente um preciosismo de colecionador. Ensinar representação descritiva dessa forma é se entrincherar no passado e negar as mudanças.
Sua disciplina é sim muito relevante, toda a discussão sobre entradas, autoridades, e outros pontos da descrição são válidos. não há por que se ater a regrinhas e códigos que servem apenas para ser consultados.
É uma tirana nas avaliações e acredito que sejam as avaliações mais subjetivas em todo o curso (junto com as da tazima). Ela simplesmente avalia o aluno de acordo com sua opinião pessoal sobre ele. De acordo com isso ela aponta defeitos nos trabalhos e dá notas baixas sem explicar os motivos. Coloca alunos com nota B em recuperação, não entrega provas e trabalhos, ameaça de reprovação o tempo todo e mesmo os alunos mais esforçados nunca se sentem seguros com suas avaliações. Todo o semestre eu vejo muitos de meus colegas praticamente deprimidos pela tensão gerada por essa disciplina.
Sobre a disciplina eletiva de bibliotecas públicas eu não posso comentar nada, não fiz e mesmo sendo o tipo de biblioteca que eu mais gosto e onde pretendo atuar como profissional, não farei a disciplina, não enquanto ela for a professora.
derbi, as avaliações são dureza de engolir mesmo. uma vez fiz a prova para uma colega que só chegou no final da aula; ela só teve o trabalho de colocar seu nome no topo da folha.
a colega tirou A e eu C. com respostas iguais.
mas discordo quanto ao fato da arrogância. eu, particularmente, sempre consegui falar com ela numa boa e acho ela fora de aula outra pessoa, por isso não guardo mágoas da época da prova em questão.
Iara ah Iara…se a sua régua não for igual a dela putz tá lascado! Se vc conseguir decifrar o que ela quer que tu escreva na prova, talvez vc se dê bem. Quando o assunto for entrada principal de entidade, ESQUEEEEECE deixa pro semestre que vem que a Helen Flores explica tudo de forma bem objetiva e fácil de ser entendida.
Acho muito engraçado que as professoras que dão zilhões de conceitos D, semetre atrás de semestre, durante uns zilhões de anos (pois até que já é formado sabe que o q estou dizendo é verdade)não ponha a mão na consciência e reflita: será que estou errando na forma de apresentar o conteúdo da disciplina??
Olha, ela e a Tazima tão na disputa no que diz respeito ao pior método de avaliação! Cruzes!
Exigente e às vezes antiquada, mas admiro muito esta professora. Talvez os anos a tenham deixado inflexível e ortodoxa com os detalhes (inclusive com os centímetros da régua, né, biblioaluna?), mas é uma pessoa com uma cultura e um cabedal de conhecimento muito acima da média. Experimente começar qualquer assunto com ela: ela sabe detalhes que só um guia de curiosodade seria capaz de proporcionar. Ama o que faz e faz muito bem feito. Os alunos até podem reclamar, mas aprendem.
se ela tem conhecimento ou não, não é a questão. ser professora é transmitir conhecimentos, e não tê-los pra sí. pouco adianta conhecer e não saber ensinar e passar adiante. o que os alunos aprendem é o quão inflexível e antiquada ela é. o código não têm que ser decorado. a exemplos das normas técnicas, ele deve ser CONSULTADO. basta pegar o histórico escolar dos alunos pra ver que o problema tá nela, ou é normal tu ir bem em todas as disciplinas e na dela tu “de repente” tornar-se um anencéfalo?
Gostei do primeiro comentário da júlia, reflete muito o que penso também.
Fora de aula nunca fui “atingido”, por assim dizer, com arrogâncias e algo do tipo, por ela. Em sala ela é mais dura, mas nada que beire a falta de educação de outras.
Uma professora inteligente, conhecedora do assunto, mas com métodos de avaliação que beiram à excentricidade, falta de padronização tão frisada por ela, nesses métodos de avaliação.
O “fazer fichas” torna-se inútil para nosso futuro, quando aprendemos a fazer isso “no braço”. Poderíamos sim aprender fazer isso, mas então passarmos por máquina de escrever e então passar o resto do semestre no computador. Aprender as regras do Código é essencial (não decorá-los, vejam bem) e acho válida a cobrança dela nessa área, mas como dito, com uma avaliação padrão, condizente à nossa produção e qualidade da mesma.
Enfim, falta atualização no conteúdo pragmático da cadeira em si, na forma de dar aula e uma remanejação, padronização e logicidade na forma de avaliar. No mais, uma grande mente e grande pessoa.
Ficha catalográfica tem o seu valor…afinal tudo tem um início certo? Porém, soletrar o alfabeto em aula é demais! Aula pouco interessante ao meu ver, quando vamos ao mercado de trabalho nada disso de fato executamos!
Ótima pessoa, desde que você não entre no caminho dela. Este, felizmente, foi o meu caso. Para a cadeira de bibliotecas públicas é excelente, mas para a de AACR2 é razoável (nem sempre entendemos suas explicações). Dizem que orienta bem seus alunos de tccs e que na banca não costuma ferrar os alunos.
7, Novembro 2008 at 11:30 pm
Grossa. Aula ruim. Isso porque tenho memória seletiva, nada mais lembro-me, thanks God.
8, Novembro 2008 at 12:29 pm
Discordo com os comentários anteriores. Ela é ótima professora e os discursos políticos dela são melhores ainda. hehehe E tb é um amooor de pessoa.
9, Novembro 2008 at 12:38 pm
Ah, eu acho ela uma pessoa muito legal! As aulas são meio chatas, mas ela conta histórias bacanas…
O pior mesmo da cadeira dela é ter que fazer fichinha!! ARGH!
Mas a área dela é bibliotecas públicas, disso ela saca mesmo!!
10, Novembro 2008 at 8:59 pm
Mesmo em sistemas manuais, ninguém precisa fazer uma ficha tão perfeita. E cada local tem uma organização própria. Não adianta saber do jeito que ela quer que saiba.
11, Novembro 2008 at 6:43 pm
é uma boa pessoa, mas nos dias de hoje a aula dela não faz mais sentido.
eu não cheguei a odiar, porque eu sou meio tradicional e gostei de ver como se faz fichas catalográficas (podia ser a máquina, não a mão, também.. eheheheh). mas acho loucura querer decorar o código.
13, Novembro 2008 at 10:55 pm
A Iara é uma pessoa de grande cultura, deve ser excelente conversar com ela fora de aula, se ela não fosse tão arrogante.
Como professora de catalogação é simplesmente péssima. Totalmente desatualizada, mascara a falta de relevância do conteúdo que ensina com cobranças absurdas de normas que deveriam apenas orientar e não ser a finalidade da catalogação. É totalmente irrelevante cobrar dos alunos espaços, margens e pontuações em fichinhas catalográficas. As mudanças geradas pelas diversas ondas da revolução tecnológica tornaram sua disciplina obsoleta, praticamente um preciosismo de colecionador. Ensinar representação descritiva dessa forma é se entrincherar no passado e negar as mudanças.
Sua disciplina é sim muito relevante, toda a discussão sobre entradas, autoridades, e outros pontos da descrição são válidos. não há por que se ater a regrinhas e códigos que servem apenas para ser consultados.
É uma tirana nas avaliações e acredito que sejam as avaliações mais subjetivas em todo o curso (junto com as da tazima). Ela simplesmente avalia o aluno de acordo com sua opinião pessoal sobre ele. De acordo com isso ela aponta defeitos nos trabalhos e dá notas baixas sem explicar os motivos. Coloca alunos com nota B em recuperação, não entrega provas e trabalhos, ameaça de reprovação o tempo todo e mesmo os alunos mais esforçados nunca se sentem seguros com suas avaliações. Todo o semestre eu vejo muitos de meus colegas praticamente deprimidos pela tensão gerada por essa disciplina.
Sobre a disciplina eletiva de bibliotecas públicas eu não posso comentar nada, não fiz e mesmo sendo o tipo de biblioteca que eu mais gosto e onde pretendo atuar como profissional, não farei a disciplina, não enquanto ela for a professora.
13, Novembro 2008 at 11:39 pm
derbi, as avaliações são dureza de engolir mesmo. uma vez fiz a prova para uma colega que só chegou no final da aula; ela só teve o trabalho de colocar seu nome no topo da folha.
a colega tirou A e eu C. com respostas iguais.
mas discordo quanto ao fato da arrogância. eu, particularmente, sempre consegui falar com ela numa boa e acho ela fora de aula outra pessoa, por isso não guardo mágoas da época da prova em questão.
2, Dezembro 2008 at 6:38 pm
Iara ah Iara…se a sua régua não for igual a dela putz tá lascado! Se vc conseguir decifrar o que ela quer que tu escreva na prova, talvez vc se dê bem. Quando o assunto for entrada principal de entidade, ESQUEEEEECE deixa pro semestre que vem que a Helen Flores explica tudo de forma bem objetiva e fácil de ser entendida.
Acho muito engraçado que as professoras que dão zilhões de conceitos D, semetre atrás de semestre, durante uns zilhões de anos (pois até que já é formado sabe que o q estou dizendo é verdade)não ponha a mão na consciência e reflita: será que estou errando na forma de apresentar o conteúdo da disciplina??
Olha, ela e a Tazima tão na disputa no que diz respeito ao pior método de avaliação! Cruzes!
3, Dezembro 2008 at 9:38 pm
Exigente e às vezes antiquada, mas admiro muito esta professora. Talvez os anos a tenham deixado inflexível e ortodoxa com os detalhes (inclusive com os centímetros da régua, né, biblioaluna?), mas é uma pessoa com uma cultura e um cabedal de conhecimento muito acima da média. Experimente começar qualquer assunto com ela: ela sabe detalhes que só um guia de curiosodade seria capaz de proporcionar. Ama o que faz e faz muito bem feito. Os alunos até podem reclamar, mas aprendem.
4, Dezembro 2008 at 10:02 am
se ela tem conhecimento ou não, não é a questão. ser professora é transmitir conhecimentos, e não tê-los pra sí. pouco adianta conhecer e não saber ensinar e passar adiante. o que os alunos aprendem é o quão inflexível e antiquada ela é. o código não têm que ser decorado. a exemplos das normas técnicas, ele deve ser CONSULTADO. basta pegar o histórico escolar dos alunos pra ver que o problema tá nela, ou é normal tu ir bem em todas as disciplinas e na dela tu “de repente” tornar-se um anencéfalo?
9, Dezembro 2008 at 3:35 pm
Gostei do primeiro comentário da júlia, reflete muito o que penso também.
Fora de aula nunca fui “atingido”, por assim dizer, com arrogâncias e algo do tipo, por ela. Em sala ela é mais dura, mas nada que beire a falta de educação de outras.
Uma professora inteligente, conhecedora do assunto, mas com métodos de avaliação que beiram à excentricidade, falta de padronização tão frisada por ela, nesses métodos de avaliação.
O “fazer fichas” torna-se inútil para nosso futuro, quando aprendemos a fazer isso “no braço”. Poderíamos sim aprender fazer isso, mas então passarmos por máquina de escrever e então passar o resto do semestre no computador. Aprender as regras do Código é essencial (não decorá-los, vejam bem) e acho válida a cobrança dela nessa área, mas como dito, com uma avaliação padrão, condizente à nossa produção e qualidade da mesma.
Enfim, falta atualização no conteúdo pragmático da cadeira em si, na forma de dar aula e uma remanejação, padronização e logicidade na forma de avaliar. No mais, uma grande mente e grande pessoa.
29, Janeiro 2009 at 5:46 pm
Ficha catalográfica tem o seu valor…afinal tudo tem um início certo? Porém, soletrar o alfabeto em aula é demais! Aula pouco interessante ao meu ver, quando vamos ao mercado de trabalho nada disso de fato executamos!
29, Janeiro 2009 at 5:47 pm
Precisamos de aulas sobre GED!!!
Por favorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr…cursos para os já formados tbém!
Kd a atualização dessa faculdade?????
20, Agosto 2009 at 5:39 pm
Ótima pessoa, desde que você não entre no caminho dela. Este, felizmente, foi o meu caso. Para a cadeira de bibliotecas públicas é excelente, mas para a de AACR2 é razoável (nem sempre entendemos suas explicações). Dizem que orienta bem seus alunos de tccs e que na banca não costuma ferrar os alunos.