Com absoluta certeza é a pior. Suas aulas são as mais patéticas da biblioteconomia, não se atualiza nos assuntos de suas disciplinas, utiliza apenas meia dúzia de fontes, as quais pouco refere em sala de aula. Seu discurso é um misto de egocentrismo e auto-adulação por seu trabalho em um tribunal e ridicularização dos alunos.
Para ridicularizar os alunos ela faz uso de truques como fazer a pergunta mais óbvia possível de forma ambígua e, diante do silêncio da turma, provocar dizendo algo como: “eu não acredito que vocês não sabem isso??”
Suas perguntas em aula são todas retóricas, ignora as respostas dos alunos. A aula é um monólogo entediante sobre seus feitos profissionais, sem qualquer didática e sem qualquer método.
Suas provas exigem que o aluno apenas transcreva citações dos artigos da bibliografia da disciplina (decoreba pura!). A avaliação é obscura e imprevisível e respostas muito semelhantes recebem notas totalmente diferentes. Reprova alunos em massa e acredita que o problema seja inteiramente dos próprios alunos.
concordo com tudo que o derbi disse e ainda acrescento: sua forma de avaliação é totalmente descriteriosa e antiética.
no meu semestre ela dava chances para que alguns entregassem o trabalho em outro dia enquanto outros deviam entregar até antes.
no final do semestre eu tinha todos meus trabalhos em uma pasta porque, por motivos de pura implicância, ela não tinha aceitado nenhum.
aí, no dia da avaliação, que consistia em botar todos alunos sentados enquanto ela defiava um rosário na frente de todo mundo, ela me gritou que eu estava rodada (eu e outros) por não ter trabalho nenhum entregue.
reclamei, dizendo que ela não tinha aceitado os trabalhos, ao que ela retrucou dizendo que todo mundo tinha entregue os trabalhos e que ela tinha aceitado inclusive atrasados.
então eu disse “pega essa minha pasta de trabalhos atrasados e corrige agora, então.” e coloquei a pasta em sua mesa. ela disse que não poderia fazer aquilo naquele momento e eu disse “tem até o meio-dia para me dar conceito.”
me deu C.
depois disso me cumprimentava com “oi, querida, tudo bem” enquanto eu estagiava no trf4, prédio ao lado do “seu”.
As questões das provas dela são ambíguas e só consegue responder quem decorou o texto que estava no xerox e que ela sequer comentou em aula.
Ainda sobre as questões das provas, tem sempre 1 ou 2 que são ambíguas, permitem duas ou mais interpretações. Aí quando o aluno responde a questão, mesmo que corretamente, ela desconta nota dizendo que não era aquilo que ela queria. E detalhe: são exatamente estas questões que valem 5 pontos!!!! É um absurdo!!
Acho que em uma turma de 35 alunos onde
só 5 conseguem tirar C na prova dela, o problema com certeza não é dos alunos e sim da professora!
Na minha turma:
-Entregou a prova dois meses depois, uma semana antes da recuperação;
-Disse que a recuperação era da prova, mas caiu matéria que não tinha avisado que iria cair;
-Deu exercícios que não valiam nota, mas que no fim do semestre, ela resolveu que fariam parte da avaliação;
-”Suas perguntas em aula são todas retóricas, ignora as respostas dos alunos. A aula é um monólogo entediante sobre seus feitos profissionais, sem qualquer didática e sem qualquer método.” EXATAMENTE;
-Provas idênticas a outros semestres;
-Enfim…muito estresse.
Pois é. Qd ela rodou metade dos alunos da minha turma o que acabou comprometendo até miha formautra, pelo número reduzido de formandos, fiz a avaliação dela no site da UFRGS, falando tudo o que eu pensava. Não adiantou coisa nenhuma, aquela avaliação é só pró-forma…
As atitudes dessa professora em sala de aula simbilzam tudo o que deveria ser erradicado no comportamento dos professores universitários. Suas aulas não tem pontos fortes, são certemente as piores aulas que já assisti na universidade. Não precisamos de opiniões preconceituosas sobre alunos e professores. As duas disciplinas obrigatórias que ministra são importantes e quem as faz não sai com os conhecimentos propostos no plano de ensino.
O único efeito das aulas dessa professora é gerar nos alunos a sensação de impotência diante do comportamento antiético da professora e de impunidade, pela forma com que essa conduta perversa e deliberada vem se repetindo semestre após semestre, mesmo com tantas reclamações registradas.
7, Novembro 2008 at 8:55 pm
Ela dá aula? Pensei que era só terrorismo… eu sou a melhor, vocês, LIXO.
13, Novembro 2008 at 2:04 am
Com absoluta certeza é a pior. Suas aulas são as mais patéticas da biblioteconomia, não se atualiza nos assuntos de suas disciplinas, utiliza apenas meia dúzia de fontes, as quais pouco refere em sala de aula. Seu discurso é um misto de egocentrismo e auto-adulação por seu trabalho em um tribunal e ridicularização dos alunos.
Para ridicularizar os alunos ela faz uso de truques como fazer a pergunta mais óbvia possível de forma ambígua e, diante do silêncio da turma, provocar dizendo algo como: “eu não acredito que vocês não sabem isso??”
Suas perguntas em aula são todas retóricas, ignora as respostas dos alunos. A aula é um monólogo entediante sobre seus feitos profissionais, sem qualquer didática e sem qualquer método.
Suas provas exigem que o aluno apenas transcreva citações dos artigos da bibliografia da disciplina (decoreba pura!). A avaliação é obscura e imprevisível e respostas muito semelhantes recebem notas totalmente diferentes. Reprova alunos em massa e acredita que o problema seja inteiramente dos próprios alunos.
13, Novembro 2008 at 2:02 pm
concordo com tudo que o derbi disse e ainda acrescento: sua forma de avaliação é totalmente descriteriosa e antiética.
no meu semestre ela dava chances para que alguns entregassem o trabalho em outro dia enquanto outros deviam entregar até antes.
no final do semestre eu tinha todos meus trabalhos em uma pasta porque, por motivos de pura implicância, ela não tinha aceitado nenhum.
aí, no dia da avaliação, que consistia em botar todos alunos sentados enquanto ela defiava um rosário na frente de todo mundo, ela me gritou que eu estava rodada (eu e outros) por não ter trabalho nenhum entregue.
reclamei, dizendo que ela não tinha aceitado os trabalhos, ao que ela retrucou dizendo que todo mundo tinha entregue os trabalhos e que ela tinha aceitado inclusive atrasados.
então eu disse “pega essa minha pasta de trabalhos atrasados e corrige agora, então.” e coloquei a pasta em sua mesa. ela disse que não poderia fazer aquilo naquele momento e eu disse “tem até o meio-dia para me dar conceito.”
me deu C.
depois disso me cumprimentava com “oi, querida, tudo bem” enquanto eu estagiava no trf4, prédio ao lado do “seu”.
1, Dezembro 2008 at 9:01 pm
As questões das provas dela são ambíguas e só consegue responder quem decorou o texto que estava no xerox e que ela sequer comentou em aula.
Ainda sobre as questões das provas, tem sempre 1 ou 2 que são ambíguas, permitem duas ou mais interpretações. Aí quando o aluno responde a questão, mesmo que corretamente, ela desconta nota dizendo que não era aquilo que ela queria. E detalhe: são exatamente estas questões que valem 5 pontos!!!! É um absurdo!!
Acho que em uma turma de 35 alunos onde
só 5 conseguem tirar C na prova dela, o problema com certeza não é dos alunos e sim da professora!
2, Dezembro 2008 at 2:50 pm
Na minha turma:
-Entregou a prova dois meses depois, uma semana antes da recuperação;
-Disse que a recuperação era da prova, mas caiu matéria que não tinha avisado que iria cair;
-Deu exercícios que não valiam nota, mas que no fim do semestre, ela resolveu que fariam parte da avaliação;
-”Suas perguntas em aula são todas retóricas, ignora as respostas dos alunos. A aula é um monólogo entediante sobre seus feitos profissionais, sem qualquer didática e sem qualquer método.” EXATAMENTE;
-Provas idênticas a outros semestres;
-Enfim…muito estresse.
5, Dezembro 2008 at 3:01 pm
Essa á a ÚNICA professora que SÓ recebe críticas dos alunos e até dos seus colegas de trabalho. Acho que há alguma coisa muito errada com ela, não?
13, Dezembro 2008 at 11:11 pm
Pois é. Qd ela rodou metade dos alunos da minha turma o que acabou comprometendo até miha formautra, pelo número reduzido de formandos, fiz a avaliação dela no site da UFRGS, falando tudo o que eu pensava. Não adiantou coisa nenhuma, aquela avaliação é só pró-forma…
19, Dezembro 2008 at 6:55 pm
As atitudes dessa professora em sala de aula simbilzam tudo o que deveria ser erradicado no comportamento dos professores universitários. Suas aulas não tem pontos fortes, são certemente as piores aulas que já assisti na universidade. Não precisamos de opiniões preconceituosas sobre alunos e professores. As duas disciplinas obrigatórias que ministra são importantes e quem as faz não sai com os conhecimentos propostos no plano de ensino.
O único efeito das aulas dessa professora é gerar nos alunos a sensação de impotência diante do comportamento antiético da professora e de impunidade, pela forma com que essa conduta perversa e deliberada vem se repetindo semestre após semestre, mesmo com tantas reclamações registradas.
30, Janeiro 2009 at 8:11 am
Ivete
Livre-se dela rapidamente e seja feliz no próximo semestre (ou não..)