gostei das aulas dela… aprendi muito mais a cdu do que a cdd. acho que ela não tem duas caras. se não gosta de alguém, não fica fazendo social. acho uma boa pessoa.
Não acho que as falhas da professora se devam à ausência de mestrado ou doutorado. Certamente, é em função da falta de comprometimento ou da ‘montanha de coisas’ que ela sempre diz ter pra fazer.
péssima professora
não tem didática nem metodologia
a cdu torna-se um castigo
as piadas infames são um porre
gosta de bater boca com aluno enquanto o restante tem que aguentar assistindo tudo e esperando a aula recomeçar
A professora, apesar de ter conhecimento e prática no assunto da disciplina, tem pouca didática, oferecendo sempre exercícios repetitivos (todas as notações por ela propostas já estão marcadas nas CDUs da biblioteca, demonstrando tal fato). Ela deveria investir em novas técnicas de ensino, mais arejadas e que propiciassem uma verdadeira exploração do que é ser um classificador.
Ouvimos, também, todos os semestres do absurdo que é a prática de deslocar professores para realizar a função do bibliotecário em bibliotecas escolares. Contudo, a professora é o exemplo do inverso, da bibliotecária deslocada para a sala de aula. Ela não me pareceu interessada o suficiente em suas aulas: oferecia material sem a minima qualidade (chegou a oferecer textos retirados da internet que nem data tinham; textos que pouco se relacionavam com a disciplina; pediu resumos de um Planejamento Estratégico!); “resolveu” com os alunos em modificar o horário das aulas (suprimir as aulas das segundas-feiras, aumentar um pouco as aulas das quintas-feiras), apesar de reclamar dos professores que faziam o mesmo (que adiantavam suas aulas, e logo impediam os alunos de terem um intervalo humanamente decente); fazia provas de pura “decoreba” de seus textos mal-escolhidos. Enfim: a professora não tem obrigação de gostar do que faz, contudo deve prezar pela boa qualidade do que oferece aos seus alunos.
- Não cumpre a carga horária diária (o que muitos adoram);
- Adora fazer discursos moralistas;
- Para passar, basta não faltar em suas aulas e decorar os textos para as provas.
8, Novembro 2008 at 9:32 am
378.124-056.12″53:342.5″ (CDU edição-padrão/PT 1997
10, Novembro 2008 at 11:28 am
gostei das aulas dela… aprendi muito mais a cdu do que a cdd. acho que ela não tem duas caras. se não gosta de alguém, não fica fazendo social. acho uma boa pessoa.
11, Novembro 2008 at 9:41 pm
Não acho que as falhas da professora se devam à ausência de mestrado ou doutorado. Certamente, é em função da falta de comprometimento ou da ‘montanha de coisas’ que ela sempre diz ter pra fazer.
2, Dezembro 2008 at 10:43 am
Não cumpre a carga horária da disciplina e avisa de véspera que não terá aula…
3, Dezembro 2008 at 9:56 pm
Faz de conta que dá aula e nós fazemos de conta que aprendemos. O mais ridículo e descabido são os discursos moralistas. É uma piada.
4, Dezembro 2008 at 10:12 am
péssima professora
não tem didática nem metodologia
a cdu torna-se um castigo
as piadas infames são um porre
gosta de bater boca com aluno enquanto o restante tem que aguentar assistindo tudo e esperando a aula recomeçar
11, Dezembro 2008 at 3:53 pm
A professora, apesar de ter conhecimento e prática no assunto da disciplina, tem pouca didática, oferecendo sempre exercícios repetitivos (todas as notações por ela propostas já estão marcadas nas CDUs da biblioteca, demonstrando tal fato). Ela deveria investir em novas técnicas de ensino, mais arejadas e que propiciassem uma verdadeira exploração do que é ser um classificador.
Ouvimos, também, todos os semestres do absurdo que é a prática de deslocar professores para realizar a função do bibliotecário em bibliotecas escolares. Contudo, a professora é o exemplo do inverso, da bibliotecária deslocada para a sala de aula. Ela não me pareceu interessada o suficiente em suas aulas: oferecia material sem a minima qualidade (chegou a oferecer textos retirados da internet que nem data tinham; textos que pouco se relacionavam com a disciplina; pediu resumos de um Planejamento Estratégico!); “resolveu” com os alunos em modificar o horário das aulas (suprimir as aulas das segundas-feiras, aumentar um pouco as aulas das quintas-feiras), apesar de reclamar dos professores que faziam o mesmo (que adiantavam suas aulas, e logo impediam os alunos de terem um intervalo humanamente decente); fazia provas de pura “decoreba” de seus textos mal-escolhidos. Enfim: a professora não tem obrigação de gostar do que faz, contudo deve prezar pela boa qualidade do que oferece aos seus alunos.
24, Janeiro 2009 at 3:34 pm
- Não cumpre a carga horária diária (o que muitos adoram);
- Adora fazer discursos moralistas;
- Para passar, basta não faltar em suas aulas e decorar os textos para as provas.
29, Janeiro 2009 at 5:38 pm
Só sei que ‘uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa’!